sábado, 24 de dezembro de 2016

NATAL 2016


NATAL

Nascimento, oportunidade, esperança, construção = AÇÃO.

Celebrar o nascimento de Jesus é fazer com que a energia dele latente dentro de nós desabroche e transborde em propósitos e atitudes novas.  É conhecer-se, aceitar-se, perdoar-se, para assim podermos CONVIVER. Partilhar a graça de viver, com a vontade firme de sermos semelhantes, em pensamentos e atitudes, a referência mais perfeita que tivemos entre nós, JESUS.
É preciso fé, para termos a humildade de reconhecer nossas imperfeições, e coragem, para não justificar a nossa preguiça espiritual de nos reformarmos, com tristes vivências anteriores.
Conjuguemos o festejo material exteriorizado: alimentos, roupas, presentes e mensagens, com a responsabilidade de viver, realmente, o natal, proporcionando a ti mesmo a possibilidade de ser uma pessoa melhor, e, consequentemente ser, com sua PRESENÇA, o melhor presente que o outro possa ganhar.

FELIZ NATAL!
Que 2017 seja um novo ano!


Paz e luz!

Jânia Farias



segunda-feira, 13 de junho de 2016

Escolhas

Só o amor constrói e liberta!

Deixemos desabrochar o amor que temos genuinamente em nossas entranhas.  Lapidemos esse amor com nossas escolhas e coragem perseverante no caminho estreito, difícil, mas que descortinará universos paralelos sutis de extrema sapiência, harmonia e paz.  Precisamos agir, perseverar, caminhar firme na direção certa.

Escolher a direção certa requer afinamento de sintonia, percepção, observação, equilíbrio.  Caminhemos sempre... Não desanimemos com nossos enganos e de nossos parceiros de caminhada; perseveremos nos auto analizando, buscando reformar nossos atos e atitudes equivocados já tão arraigados em nós.

Somos imperfeitos, mas caminhamos calmamente rumo a perfeição.  O Pai nos ama acima de qualquer coisa, e, para cada um de nós há um universo específico.

Aprendamos com nossos companheiros de caminhada.  Reflitamos sobre o que nos indigna, nos desestabiliza, nos tira do centro.  Que atitudes esses fatos nos levam a ter? Com que energias eles nos sintonizam?  São boas para nós essas energias?  O que temos que aprender, exercitar?  Que atitude essas situações nos impulsionam a rever/modificar?  Que universo gostaria de viver?  O que preciso para lá adentrar?
Não passeemos pela vida; não deixemos o leme de nossa vida em mãos alheias.

Controlemos nossos impulsos, eis que nossa passagem pelo reino irracional já ficou para trás.

Caminhemos em direção a nossa própria construção; independente do nosso entorno.  Tenhamos coragem de direcionar nosso barco no rumo escolhido de forma consciente.

Seremos perfeitos quando quisermos.  Querer é poder.  Você quer?

12/06/2016

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

FELIZ NATAL! FELIZ NOVO ANO!

Arrumou a sua casa para o natal? Agora arrume a sua casa espiritual para um novo ano.

Faça sua retrospectiva do ano que se encerra - estabeleça seus propósitos para o ano que se inicia.

Desarrume-se. Deixem as gavetas da memória abrirem-se.  Revire, remexa, analise.
Podemos e devemos estabelecer metas materiais e morais.
Qual foi o seu maior equívoco em 2015?
Que situações/atitudes foram repetitivas?
Revire-se, conheça-se, não se esconda de você mesmo.  Ponha-se a mesa.  Aceite-se.  Reconheça-se.

 A vida é um verdadeiro hospital escola. Somos todos doentes em tratamento.

Ame-se. Queira o próprio bem.  Desarme-se... Fortaleça-se na sua fé.
Renove a esperança.  Persevere na busca de ser, realmente, melhor; de agir, realmente, diferente em 2016.
Só você pode o que você quiser.  Então queira vencer suas próprias barreiras, conquiste o seu amor próprio, e, os outros amores se fortalecerão na subsequência.
Mapeie-se.  Firme seu objetivo - só você pode / sabe / deve:
parar de fumar, beber, ser maledicente, invejoso, arrogante, orgulhoso, vaidoso, guloso... são tantos desafios morais que temos a trabalhar.
Escolha um.  Persiga-o, persevere, queira - você pode muito mais do que imagina.
Cuide do seu pensamento.  Ele é energia que se propaga atingindo o objeto do seu pensamento, o universo e a você mesmo.

Pense.

Que contribuição tem dado ao universo com seus pensamentos.

Não faça da vida uma inútil passagem.

Refaça, re-escreva, re-comece.
Falar é fácil.  Decidir e agir é possível e necessário.
Aja, faça, conjugue verbos.  Afine-se. Lipide-se.

Que 2016 seja de muito trabalho, e, importantes conquistas pessoais.

                                                                                       Paz e bem!

                                                                                    Jânia Farias em 20/12/2015


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Quem sou eu? Quem somos nós? Será que sabemos?

Somos nós o que aparentamos? Somos a máscara ou somos os mascarados?

Porque não somos natural como é uma criança? Porque embora crescemos, estudamos, somos educados, "aprendemos"... nos envergonhamos do que pensamos, e, nos escondemos por detrás de atitudes falsas, mas, moralmente, aparentemente corretas?
Será mais fácil vivermos escondidos atrás das aparências do que trabalharmos para mudar defeitos de nossa essência?
A quem, verdadeiramente, enganamos?
Deixemos as máscaras... e Deus nos fortaleça para enxergarmos quem realmente somos.
Que essa força, embasada na fé, nos guie no caminho árduo, difícil... mas, com certeza, o que nos levará ao equilíbrio, ao aperfeiçoamento, a paz física, mental e espiritual.
Dai-nos Senhor coragem para enxergar nossas imperfeições... ignorância, arrogância, prepotência, inveja, orgulho, egoismo, vaidade e tantas outras exacerbadas falhas morais que nos atrapalham a caminhada.
Dai-nos Senhor resignação para entender que a única imperfeição que posso corrigir é a minha.  Que o que mais me incomoda no outro é aquilo que mais tenho para trabalhar em mim; seja cultivar e praticar atitudes boas e positivas, seja transformar atitudes deletérias e negativas.
Viver é afinar, diariamente, através do nosso pensamento, o instrumento que é a nossa mente, para guiar o nosso corpo na construção da nossa essência que chamamos VIDA.
Somos parte do todo, e, consequentemente, todos somos unos.
Nada seremos fugindo do outro, de nós mesmos, do que nos confronta, incomoda, impulsiona a fazer ou deixar de fazer.
Cultivemos a coragem e o amor pela vida, pela natureza, pela família, amigos, ou não tão amigos... são eles os instrumentos que devemos utilizar para crescer, viver, EVOLUIR.
Coragem e fé sempre abrirão qualquer caminho.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Só o amor é capaz de inspirar atitudes, remover barreiras e transformar o mundo.

A ação solidária e, a princípio, solitária dessa iluminada irmã, foi, é, e será o divisor de águas na vida de muitos de nossos irmãos.


"Não foi a primeira vez que a Irmã Maria Elci Zerma, de 71 anos, se arriscou para defender um de seus “irmãos excluídos”. Em 1997, então coordenadora da comunidade das Irmãs Pias Discípulas do Divino Mestre, a religiosa se compadeceu com o sofrimento dos moradores de rua.
Embaixo de um viaduto próximo à Paróquia São Camilo de Lellis, na Tijuca, um grupo de mendigos assustava a vizinhança. Onde todos viam risco, a religiosa enxergava irmãos. Ela lembra até hoje o nome dos líderes do grupo: “Lauro, Alexandre Peixe”. Maria Elci descia sozinha e ia ajudar o grupo “a descascar cenouras”, enquanto evangelizava. Quando a Guarda Municipal chegava e o confronto parecia inevitável, a Irmã Maria Elci se colocava na frente dos amigos. “Bata em mim, mas não bata neles”, pedia.
— Nós chamamos as autoridades para conversar, mas era complicado, as pessoas reclamavam da presença deles ali. Eu precisava fazer mais — conta a irmã, que mobilizou colaboradores para criar um lar de acolhida.
Assim nascia a Associação Solidários Amigos de Betânia. No início, era uma casinha verde, cedida pela Arquidiocese, em frente à Igreja Nossa Senhora do Loreto, na Freguesia, em Jacarepaguá. Em volta, um lixão. Hoje, é uma instituição, mantida com recursos da sociedade civil, que comemora feitos como o certificado de Tecnologia Social da Fundação Banco do Brasil. Com seu sorriso sereno, a irmã faz um pedido:
— Por favor, diga que eu, sozinha, sou zero. Aqui, é a ação de Deus, das parcerias, dos colaboradores que constroem a obra. Só eu sei o que eu passei quando não tinha minha equipe multidisciplinar. Quando um deles passava mal, à noite, por abstinência, levava ao hospital numa Belina velha. Uma vez, a roda do carro caiu no Rio Maracanã.
 
A Associação Solidários Amigos de Betânia foi fundada no Rio de Janeiro pela religiosa Irmã Elci Zerma (PDDM), junto ao grupo da Pastoral Missionária do Santuário São Camilo de Lelis (Tijuca), em 3 de dezembro de 1999.
A instituição é filantrópica, sem fins lucrativos e de utilidade pública municipal e federal. Desde junho de 2000 vem realizando sua missão em favor dos excluídos.
Para executar sua missão a instituição se inspira nas passagens bíblicas: do Bom Samaritano, que... acolhe com amor incondicional o irmão caído no caminho o conduz a uma hospedaria e se compromete com sua recuperação; e na acolhida de Marta, Maria e Lázaro em Betânia, onde Jesus ressuscitou Lázaro (Lc 10,25-41; Jo 12, 1-11).
Com Humildade e responsabilidade Humana e cristâ, os Solidários Amigos de Betânia entendem atualizar a aldeia de Betânia hoje, como Espaço de vida e dignidade para os irmãos de rua.
“Uma ferida, você vê, faz um curativo, trata. A dor da dependência química, você não vê. É maior do que a de uma ferida”, defende a irmã, que estudou o tema para criar, sempre ao lado dos irmãos acolhidos, “seus maiores mestres”, a metodologia vitoriosa em Betânia.
Em nove meses, os acolhidos passam por vários módulos, que vão desde a adaptação, a criação do projeto terapêutico individual, o contato com a família e a retirada de documentos até a capacitação em cursos profissionalizantes. Todo o dia é preenchido por atividades como oficinas, artesanato, ioga, reciclagem e a colaboração na cozinha, na limpeza e no bazar. O método criado na associação inspirou o secretário municipal de Desenvolvimento Social, Adilson Pires, a criar o programa “Gestação”, um novo modelo de acolhimento nos abrigos da prefeitura, ano que vem:
— Betânia é uma inspiração. Além da metodologia, precisamos inspirar nossas equipes a trabalhar com metas sociais. A intenção é que todos se apaixonem pelo projeto. Vamos envolver as equipes. Vestir a camisa."
http://www.betaniasab.org.br/Home/index.htm

Que possamos nos inspirar e fazermos o pouco que podemos, para que juntos, sejamos capazes de promover as necessárias mudanças, em nós e no mundo que nos conecta.  Somos todos doentes em tratamento na clínica da vida.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

É você um suicida?

Suicídio é o ato intencional de matar a si mesmo.1 Sua causa mais comum é um transtorno mental e/ou psicológico que pode incluir depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, alcoolismo e abuso de drogas.2 Dificuldades financeiras e/ou emocionais também desempenham um fator significativo.
Mais de um milhão de pessoas cometem suicídio a cada ano, tornando-se esta a décima causa de morte no mundo. Trata-se de uma das principais causas de morte entre adolescentes e adultos com menos de 35 anos de idade.
As interpretações acerca do suicídio tem sido vistas pela ampla vista cultural em temas existenciais como religião, filosofia, psicologia, honra e o sentido da vida. 
Albert Camus escreveu certa vez: "O suicídio é a grande questão filosófica de nosso tempo, decidir se a vida merece ou não ser vivida é responder a uma pergunta fundamental da filosofia."
Consideramos suicida aquele que com uma única atitude dá fim a própria vida.
Muitos de nós, agindo ou deixando de agir, inconscientemente, vai ao longo da vida, dando motivo ao corpo físico para se desestruturar, afetando seus órgãos de forma a levá-lo a falência.  Uns abusando da bebida, comida, medicamentos, outros cultuando sentimentos e pensamentos negativos; uns agindo, outros, deixando de agir, e, tantos outros. são inúmeros e inimagináveis os meios utilizados por nós para minarmos, diuturnamente, a própria vida.
Possamos acordar, pensar, refletir e agir, enquanto ainda temos tempo.  Tudo podemos quando realmente queremos.  Não usemos nosso comodismo, arrumando justificativa para o que não se justifica, senão, pela nossa preguiça moral. 

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

ETAPAS DA VIDA

 O autor descreve, sucintamente, as etapas da vida.  Vale ler e refletir.

Primeiramente, a fase de preparação para a vida, com muito estudo; a seguir, a fase de intensa atuação prática e muitas experiências, dentro da família e no trabalho; na aposentadoria, é a fase em que se tem a oportunidade de um cultivo sério de um processo espiritual.  Por fim, chega-se à fase derradeira em que se realiza o verdadeiro propósito da vida, vive-se sob os princípios do desapego e renúncia e colhem-se os frutos dos anos dedicados à prática espiritual vivenciando uma profunda e íntima relação com Deus.  A vida será coroada de êxito quando se chegar até esse ponto.
Extraído do livro: Reflexões do aqui e do porvir  de PURUSHATRAYA SWAMI

Todas as fases tem sua importância, mas, a primeira é essencial para a conquista de todas as demais.

A educação em casa e na escola. A absorção dos conteúdos; a vivência das experiências partilhadas no seio da família e da sociedade, exemplificando, com atitudes os valores morais; são alicerces a serem utilizados na construção de cada individualidade.
Educar requer esforço dos educadores e do educado.  Por vezes, a tarefa se torna bastante difícil, mas, passado esse período formador as demais etapas se descortinam.

Possamos nós, motivarmos com nossos exemplos, ao invés de "tentar" impor com autoridade.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

CARÁTER

"... Um caráter bom é a base sólida para uma espiritualidade sã.  Não se pode construir uma vida espiritual consistente, produtiva, inspiradora e, ao mesmo tempo, exibir um comportamento duvidoso.  O caráter daquele que busca a autorrealização sinceramente deve ser íntegro e transparente."

Além das tendências inatas trazidas de vidas passadas, o caráter é formado, principalmente, pela educação que se recebe nos primeiros anos de vida e, também, pelas influências adquiridas através do meio social e das pessoas próximas a nós.

From diz que, básicamente, o caráter segue duas orientações: uma, na direção da vida, chamada por ele de "biófila"; a outra, na direção da morte, chamada "necrófila".  A orientação biófila de caráter ocorre quando há uma tendência natural para o aperfeiçoamento; emprega-se a alguém que cultiva uma meta de perfeição e confia esperançosamente nessa direção e que, quando busca solucionar seus problemas, reage positivamente diante das dificuldades da vida.  Por outro lado, alguém com orientação necrófila de caráter não favorece possibilidades de melhora; não enfrenta os problemas de forma definitiva - quando muito, busca soluções fáceis e paliativas ou contenta-se em pensar que o tempo reverterá a situação; cultiva hábitos e vícios os quais sabe serem destrutivos; tem tendências à hipocondria e à depressão.
Existe a possibilidade de reversão da orientação necrófila para a biófila?  Sim.  O que fazer?  Antes de tudo, é preciso desenvolver o desejo de mudar - esse é o primeiro passo.  A seguir, deve-se adotar um processo disciplinado que cultive e desenvolva as qualidades do modo da bondade.  O modo da bondade tem duas características intrínsecas - conhecimento e felicidade.  São duas qualidades muito atrativas, não é mesmo?

Erick From

 
Que cada um de nós possa refletir sobre o próprio caráter.  Que tenhamos consciência de nossa responsabilidade, pois, o reflexo de nossas atitudes atingem a coletividade. Que consciente ou inconscientemente somos referência para nossas crianças, e, elas podem e devem ter um futuro melhor. Não há como construi-lo sem educação, e, educar dá trabalho, mas, é muito mais fácil educar uma criança que mudar um adulto de caráter desviado.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

O QUE É AMAR

Mensagem de 24/08/2014.
Amor.  O que é amar?
Amar é:
Olhar o mundo, a vida, o dia a dia, e, todas as dificuldades que acontecem, como oportunidades de crescimento e amadurecimento espiritual;
É viver na certeza da eternidade;
É buscar, perseguir e alcançar a paz de espírito na vivência diária;
É buscar ser a cada dia melhor;
É se conhecer e se respeitar com todos os defeitos e qualidades;.  
É conquistar a cada dia um degrau da própria  evolução;
É não perder a oportunidade de viver o hoje, agindo de forma a construir um amanhã melhor; 
É ter certeza de que a energia divina habita em cada um de nós, e, assim, nunca estaremos sós e desamparados; 
É aquecido nessa certeza, viver em sintonia com os ensinamentos de nosso Mestre Jesus.  O ser mais evoluido que se aproximou de nós, vivendo como vivemos, para nos deixar a bússola do ensinamento básico que, até hoje a humanidade persegue, mas, ainda está longe de alcançar a sua prática total.  

Possamos aprender a nos lapidar baseados nessas regras que nos nortearão o caminho.
Paz e bem!!!!

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

MENSAGEM DE 03/08/2014

 
Irmãos e amigos de caminhada,

Agradeço a cada um pela oportunidade do convívio e aprendizado.  Peço perdão pelos erros cometidos; tenham certeza, que por ignorância/desconhecimento, por agir de acordo com uma visão equivocada e infantil.
Que o Mestre nos auxilie a reconhecermos nossas limitações e nos fortaleça para caminhar em direção a superação.  Que o objetivo essencial da vida - CONQUISTA DAS VIRTUDES - não seja relegado a terceiro plano. Que não nos deixemos cegar pelas "facilidades" que nos afastam do caminho do crescimento e aprimoramento moral/espiritual.
Que tenhamos a fé necessária para fazermos as melhores escolhas, a despeito de todas as dificuldades que teremos que superar.
Viver é fácil para quem age sem pensar. Viver com responsabilidade, requer escolhas conscientes, pautadas em fundamentos básicos, e, aparentemente simples para leitura, mas, trabalhoso na prática diária.
Que nossa ação diária possa contribuir para o bem geral. 
Paz e bem!

quinta-feira, 22 de maio de 2014

TRABALHO

"Atividade física ou intelectual que visa a algum objetivo..." (Aurélio)

Iniciamos nossa vida em um constante e incessante aprendizado. Precisamos aprender a respirar, sugar o leite para conseguirmos nos alimentar e, começamos a nos comunicar com a emissão do som designado choro.
 
Com a ajuda de nossos pais e demais educadores vamos aprendendo a andar, falar, ler e escrever.  Ao longo do caminho vamos nos construindo e desenvolvendo até que chegamos ao que chamamos "mercado de trabalho".  
 
A partir dai passamos a nos concentrar na atividade que desempenhamos e na que gostaríamos de desempenhar, tentando conjugar prazer e remuneração.  O objetivo principal é conseguir prover com dignidade a própria subsistência.
 
Iniciamos a vida trabalhando para conquistar as virtudes básicas para viver.  Ao longo do caminho passamos a perseguir a conquista da manutenção da própria subsistência.  Em algum momento nesse torvelinho de acontecimentos e emoções, "esquecemos" de continuar o trabalho de superação das dificuldades e imperfeições pessoais.  Este sim deve ser nosso principal objetivo na vida. 
 
Que possamos refletir sobre nossos atos e pensamentos.  Nossas tendências nos apontam a essência do que precisamos trabalhar.
É preciso muito força e coragem para enxergar e enfrentar nossa própria realidade imperfeita e inacabada, e, enxergando-a, arregaçar as mangas e começar a lapidar a joia rara que há dentro de cada um de nós. 
 
Somos DEUZES!!!

sexta-feira, 28 de março de 2014

MELINDRES

"Não permitas que suscetibilidades lhe conturbem o coração.
Dê aos outros a liberdade de pensar, tanto quanto você é livre para pensar como deseja.
Cada pessoa vê os problemas da vida em ângulo diferente.
Muitas vezes, uma opinião diversa da sua pode ser grande auxílio em sua experiência ou negócio, se você se dispuser a estudá-la.
Melindres arrasam as melhores plantações da amizade.
Quem reclama agrava as dificuldades.
Não cultive ressentimentos.
Melindrar-se é um modo de perder as melhores situações.
Não se oborreça, coopere.
Quem vive de se ferir acaba na condição de espinheiro." André Luiz

Quantas vezes perdemos a oportunidade de aprender, crescer, evoluir, porque não paramos para pensar e refletir sobre os acontecimentos/situações do nosso dia a dia, nos deixando levar por conclusões precipitadas.
Precisamos atentar para a necessidade de nos conhecermos, aceitarmos, respeitarmos e amarmos, para assim, nos concientizarmos da necessidade de mudar pensamentos, atos e atitudes.
A medida que conseguimos ultrapassar nossos próprios limites e nos tornarmos pessoas melhores, estaremos também emitindo para o universo energia melhor, e, consequentemente, contribuindo para a melhora do planeta como um todo.

A escolha é sempre pessoal, mas, o resultado universal, assim, vale refletir acerca de nossa responsabilidade.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Respeito e preservação - exercício necessário.

Matéria publicada no jornal O GLOBO de hoje, no caderno O globo amanhã.
RIO - Em um longínquo verão de 1988, o músico e naturalista americano Bernie Krause teve uma experiência reveladora. Um dos maiores especialistas do mundo em sons naturais, ele ganhou permissão para registrar a paisagem sonora de Lincoln Meadow, uma área de manejo florestal californiana localizada a três horas e meia de São Francisco, antes e depois de uma extração seletiva. Munidos de estudos prévios, a madeireira responsável e os biólogos locais tinham garantido à comunidade que os métodos de extração não causariam impactos ambientais, já que apenas poucas árvores seriam derrubadas.
Alguns dias antes do manejo, Krause instalou seu sistema de gravação na campina e registrou os sons do amanhecer. Uma rica música natural explodiu em seus fones de ouvido, executada por pica-paus, codornas, pardais e insetos de todos os tipos. Um ano depois, já com as árvores derrubadas, Krause regressou ao local, no mesmo dia do mesmo mês, à mesma hora e sob as mesmas condições meteorológicas.
Assim como prometeram os biólogos, a floresta parecia intacta. Aos olhos humanos, não havia sinais de deterioração. Porém, a nova “música” capturada pelo gravador revelava um cenário muito diferente. O que antes formava uma amplo mosaico sonoro, limitava-se agora a um punhado carente de ruídos, no qual se destacavam apenas o correr do rio e o martelar solitário de um pica-pau.
Com uma gravação de apenas alguns segundos, Krause acabara de comprovar que o som de um ambiente pode informar muito mais sobre seu equilíbrio do que fotografias ou imagens de satélite. Conhecido como “ecologia acústica” (soundscape ecology), o conceito se tornou hoje uma disciplina científica, da qual o músico é um dos pioneiros. Em resumo, a ideia consiste em usar a sonoridade dos organismos vivos não humanos (“biofonia”) e a de fontes não biológicas (“geofonia”) como indicadores de biodiversidade: quanto mais “musicais” e complexas as propriedades acústicas de um habitat, mais saudável ele será.
- As gravações biofônicas simplesmente confirmam nossas relações com o mundo natural - explica o músico, em entrevista por e-mail à Revista Amanhã. - Se elas são saudáveis, a paisagem sonora indicará os padrões necessários que confirmam em que grau essa relação existe. Se não são, então não haverá som em determinado habitat, ou os padrões bioacústicos serão caóticos e incoerentes.
Nascido em 1938, em Detroit, Bernie Krause passou mais da metade de seus 75 anos perseguindo sons naturais pelos quatro cantos do mundo. Depois de trabalhar com artistas como Bob Dylan, The Doors e Rolling Stones, e ajudar a criar efeitos de filmes como “Apocalipse Now” (do qual foi demitido e recontratado uma dezena de vezes durante as filmagens), o músico cansou das vaidades de Hollywood e passou a se dedicar exclusivamente à acústica ecológica. Fonte para numerosos discos e publicações, sua coleção inclui desde fontes não biológicas, como fragores de trovões e “cantos” de dunas de areia, aos mais improváveis sons de animais (vocalizações de larvas e grunhidos de anêmonas-do-mar). Um balanço destas experiências pode ser lido em “A grande orquestra da natureza”, seu último livro, publicado no Brasil pela Jorge Zahar, em 2013.
O trabalho de Krause representa um divisor de águas na história da paisagem sonora: antes da sua contribuição, a técnica consistia essencialmente em capturar fragmentos monofônicos de fontes isoladas, restringindo as pesquisas aos limites de cada vocalização. Como, por exemplo, quando uma equipe de ornitólogos registrou, em 1935, o canto do raríssimo pica-pau-bico-de-marfim. Se quisermos saber como soava esta criatura, hoje provavelmente extinta, temos a amostra gravada.
Com o músico e naturalista americano, no entanto, o escopo de pesquisa começou a ser ampliado. Ao explorar florestas equatoriais da África, Ásia e América Latina, Krause percebeu que o que nos chega da natureza é profundamente conectado. Como músicos em uma orquestra, as diferentes espécies harmonizam suas vocalizações, modulam em conjunto, de acordo com os sons naturais de fontes não biológicas (o vento, a água, o movimento da terra e da chuva) de cada habitat.
Assinatura acústica
Esta complexa acústica multidimensional precisava ser capturada como um todo, e Krause usou sua experiência na produção musical para modernizar os modelos de gravações, antes limitados a um só canal.
- Separar as vozes das espécies individuais, especialmente na biofonia, é um pouco como tentar entender a magnificência da quinta sinfonia de Beethoven abstraindo o som de um único violino, fora do contexto da orquestra, e ouvir apenas uma parte dela - compara Krause. - Ao fragmentar ou descontextualizar as paisagens sonoras do mundo natural, é impossível entender a sua voz, as razões de uma determinada vocalização, ou ainda a sua relação com todos os outros sons de animais emitidos em um habitat. Gravando todos os sons juntos, ao mesmo tempo, ganha-se uma explicação contextual.
Isso não significa, contudo, que Krause ignore vocalizações específicas. Pelo contrário. Cada organismo possui uma assinatura sonora própria, e seu arquivo reúne as mais variadas espécies de animais. Em “A grande orquestra da natureza”, ele descreve algumas curiosidades. Descobrimos a inacreditável amplitude sonora do camarão-pistola, que com apenas cinco centímetros é capaz de produzir, debaixo d’água, um barulho mais intenso do que os volumes registrados em shows de rock.
Também aprendemos que os lobos aproveitam a privilegiada ressonância e propagação da noite para vocalizar, ou que os sons dos golfinhos, se produzidos fora do ar, equivaleriam ao disparo de uma arma de grosso calibre.
Há ainda detalhes sobre uma das melodias mais bonitas que existem, gerada por casais de gibão da Indonésia. “Cada par desenvolve os próprios diálogos musicais bastante elaborados - duetos encantadores de entrosamento amoroso”, descreve Krause.
As gravações nos ajudam a entender manifestações emocionais de certos animais. Neste sentido, poucas coisas soam mais tristes do que o choro de um castor em luto.
O músico também compara as vocalizações de duas duplas de baleias - uma de um grupo ainda selvagem, outra cativa num parque temático. Enquanto a primeira apresentava sons cheios de energia e vitalidade, na segunda se destacava uma lentidão letárgica nas vocalizações.
Assim como acontece com os organismos vivos, cada fonte não biológica possui um ressonância peculiar. Para Krause, o mar de Ipanema, por exemplo, traz uma assinatura acústica diferente das de outras praias: “Sempre achei que o som sedutor, lento e ritmado dessas ondas me acolhia e me chamava para a tentadora arrebentação”, escreve. Por outro lado, ele conta que a arrebentação no litoral da Louisiana, no Golfo do México, passou a soar “gorgolejante, lamacenta e morosa, como se a água estivesse engasgada e afogada em si mesma” depois de um grande vazamento de petróleo em 2010.
Em “A grande orquestra da natureza”, Krause mostra que a conexão entre os mundos sonoros humano e não humano se perdeu. Nosso modo de vida não só nos priva da capacidade de escutar com atenção o que está ao redor, como ainda silencia a diversidade acústica dos recintos do planeta. O autor lembra que metade das fontes de seu arquivo, gravadas ao longo das últimas quatro décadas, se encontra hoje extinta por causa da intervenção humana. Em muitos desses lugares, as alterações sonoras acontecem num ritmo assustador, como as geleiras do Kilimanjaro e de Glacier Bay, ou os recifes de coral.
Segundo Krause, um sintoma deste divórcio com a natureza está na própria autorreferencialidade e antropocentrismo da música ocidental, que nos últimos séculos teria se alimentado apenas de suas próprias experiências. O que não acontece com muitos povos indígenas, como os ianomâmi, que usam as melodias da chuva caindo sobre a vegetação e outros ritmos geofônicos na sua música tradicional. Krause mostra como seres humanos que vivem intimamente ligados à floresta, como os bayaka na África, ou os kaluli em Papua-Nova Guiné, encontram na biofonia uma espécie de karaokê ecológico. Em suas performances, a natureza se transforma em uma banda de apoio. O que leva à conclusão óbvia de que a música humana teria se originado nas sonoridades do mundo natural.
- Como pré-requisito para concessão de um diploma, eu aconselharia qualquer instituição acadêmica que treina músicos e compositores se certificar de que cada aluno tem pelo menos um ano de experiência de escuta e gravação em habitats selvagens extremos, o mais afastado possível de áreas urbanas e antropofônicas - opina Krause.
Discoteca ecológica
Ouça mais sons na página do livro “A grande orquestra da natureza”:http://bit.ly/orquestranatureza

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Atitude


Albert Schweitzer, prêmio Nobel da Paz de 1952, foi teólogo e músico europeu que, pensando em servir mais do que ser servido, aos trinta anos de idade, deixando de lado o alto prestígio social e financeiro que tinha, resolveu cursar Medicina só para poder cuidar na África de milhares de desvalidos.  Ele se formou e passou mais de meio século de uma vida profícua, usando a própria vida para proteger outras vidas.  É dele a frase funda, perturbadora: “A tragédia não é quando um homem morre; a tragédia é aquilo que morre dentro de um homem enquanto ele ainda está vivo”.  E o que não pode morrer dentro de alguém?  A fé, a esperança, a solidariedade, a fraternidade e a decência.  Assim, a vida vive além de si mesma. 

Que cada um possa refletir sobre as linhas da própria vida até o momento escritas.  Vivemos um momento de renovação material: pintura de casa, troca de utensílios (cama, mesa, banho)... Mudamos, renovamos, embelezamos o que é visível.
Que tal reavaliarmos nossos pensamentos, conceitos e atitudes.  Que tal renovarmos a fé,  força, confiança e esperança, para,  começar a lapidar a pérola divina que somos.  Embelezar o que é essencial e invisível – o nosso espírito -  com a conquista das virtudes essenciais ao nosso crescimento moral?

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

SUPERAÇÃO

Domingo tive acesso, através da revista do "O globo", a mais uma história que bem ilustra o meu objetivo ao criar este blog.

"A história do menino que não tinha livros, mas gostava de ler, virou escritor e criou a festa literária da zona oeste.

Filho de um carpinteiro e de uma dona de casa, George Cleber Alves da Silva, começou a ler prematuramente, dos 3 para os 4 anos.  As placas das ruas da Vila Aliança, conjunto habitacional de Bangu onde nasceu e se criou, foram seus primeiros objetos de leitura.

As ruas da Vila Aliança sempre tiveram nomes de profissões.  Gostava de brincar na Rua do Carpinteiro e do Florista, mas a minha preferida sempre foi a do aprendiz - lembra ele.

Na adolescência, começou a escrever letras de funk melody, inspirado por MC Marcinho, seu conterrâneo, e Bob Rum, da vizinha Santa Cruz.

Na década de 1990, todo moleque de favela queria ser jogador de futebol ou MC.  Como eu era ruim de bola, comecei a escrever letras de funk.  Mais tarde, me distanciei da música por causa da violência que rolava nos bailes de corredor, e me vi fazendo poesia.

Aos 17 anos, Binho saiu da escola.

- Meus pais não tinham dinheiro para comprar o livro paradidático, e eu confidenciei o meu problema à professora, pedindo para ela não me dar zero na prova.  Mas, ela não só me deu zero como contou para a turma inteira que não podia abrir uma exceção para mim porque meus pais não tinham dinheiro para comprar um livro.  Fiquei traumatizado, revoltado, lembra.

Um ano depois, a raiva se transformou na Biblioteca Quilombo dos Poetas.
Após passar "vergonha" por não ter o tal livro paradidático, Binho passou a pegar livros com vizinhos, amigos, amigos dos amigos, e montou uma biblioteca comunitária, a primeira da Vila aliança:
- Não queria que meu irmão, nem mais ninguém, passasse pela vergonha que passei na sala de aula.
A Biblioteca Quilombo dos Poetas pode ser considerada uma espécie de pedra findamental da construção de um projeto de incentivo à leitura em Bangu e arredores.  De lá para cá, Binho terminou a escola, se formou em Ciências Sociais , fundou o Centro Cultural A História Que Eu Conto, promoveu a construção de uma Nave do conhecimento e escreveu um livro.  O mais recente capítulo dessa história foi a realização da Festa Literária da Zona Oeste (Flizo), para a qual mapeou cem escritores da região e promoveu 50 mesas redondas em escolas municipais e clubes de sete bairros da Zona Oeste, de 30 de setembro a 1º de novembro deste ano. ...

O seu primeiro livro, "A história que eu conto", foi lançado em junho pela Aeroplano, editora de Heloisa Buarque de Hollana, professora da UFRJ e crítica literária.

O Binho é um intelectual da periferia, um artista-cidadão que cria e tem compromisso com o entorno.  Não depende de nada ou ninguém para seguir em frente, está sempre agindo com urgência - diz Heloisa. ...

Sem esconder a marra, ele faz planos ambiciosos para o futuro:
- A minha meta é ser Ministro da Cultura em dez anos.  Tudo o que eu fiz na minha vida sempre foi audacioso."

É isso... a vida nos oferece diversas experiências e essas, embutem inúmeras oportunidades, e, cabe a cada um de nós vislumbrá-las e escolhê-las... o Binho poderia ter escolhido ser uma vítima da situação que vivenciou, mas, ele optou por agir, e, assim, criou, cria e criará todas as oportunidades necessárias a superação de seus limites.

Que possamos nos inspirar por mais esse exemplo.

Paz e bem!!!

domingo, 24 de novembro de 2013

Paciência, tolerância, resignação = amorosidade.

O que fazer para ajudar?  Ser simples, humilde, compassivo, imparcial?  Ouvir mais, falar muito menos? 

Orar e vigiar sempre.  Não baixar a vibração de amor, esperança, positividade.  Saber calar.
Deixar a cada um a energia que escolhe se afinizar.  Aprender a conviver percebendo todas as energias dos ambientes e pessoas.  Proferir palavras e opiniões que objetivem reflexão e possibilitem despertamento para realidades não vislumbradas.
Procurar envolver os semelhantes/conviventes com amor, principalmente, quando nos sentirmos contrariados, ofendidos, invadidos, desrespeitados.
Amar a quem nos ama, fazer o bem a quem nos faz bem, é fácil. Amar a quem não nos ama, agradar a quem nos desagrada, fazer o bem a quem nos deseja ou faz mal - é a grande oportunidade que temos de nos tornarmos seres humanos melhores; é seguir o principal mandamento de Jesus: "Amar a si mesmo - não se deixar "ser" uma determinação do outro - mas, o ser único criado a imagem e semelhança do pai.  Capaz de conviver com o irmão, fazendo, realmente, a ele, tudo o que gostaria que ele nos fizesse.
Chega!!! Não cabe mais, ser um ser reagente, construído mediante os insights exteriores.  Vamos nos desenvolver de dentro para fora, traduzindo com o AMOR que brota de nossa essência divina tudo o que acontece no mundo físico.
Não dá mais para viver como se fosse apenas matéria que se transforma em várias outras diferentes a cada reagente que a ela se soma.
Somos muito mais do que o ser visível que se locomove - age e reage. Devemos assumir o comando do espírito que habita a matéria que nos identifica para o exterior.
Só "seremos" realmente, quando conjugarmos razão/emoção, físico/espiritual.  Quando equilibrarmos o espírito que nos anima para comandar a matéria que nos possibilita contribuir para o crescimento/melhoramento do nosso planeta.

Paz e luz!!!



domingo, 17 de novembro de 2013

Vida: Passado - Presente - Futuro

"...o símbolo do infinito é representado como se fosse um número oito deitado. O lado esquerdo representa a eternidade do nosso passado e o direito a eternidade do nosso futuro.  Olhando bem, os dois lados são espaços vazios, pois são tempos que não podem ser vividos - da esquerda já aconteceu e da direita pode ser que nem aconteça.
O que existe de concreto é o ponto de cruzamento dos dois arcos - a eternidade do momento presente, que é uma dádiva, uma jóia - onde as coisas de fato acontecem, onde a vida é efetivamente vivida.  É a única realidade.  
Fato é que ao invés de viver o presente em sua totalidade, desperdiçamo-lo pensando ou no passado ou no futuro, ou seja, ficamos naqueles espaços vazios.  
Não se pode pensar o presente; ele só pode ser vivido no presente, nem antes nem depois, e de preferência com equilíbrio.  Isso dá sentido a vida.  
Na coletividade humana, o grupo mais feliz é o das crianças, pois vivem o presente. 
O passado e o futuro são importantes à medida que usamos o presente para: 
- Aprender as lições deixadas pelo passado e reparar as falhas ou preencher as lacunas que não podíamos ou não queríamos fazer no passado; 
- Planejar e preparar o caminho e realizar as tarefas para ter um futuro melhor e mais promissor para nós e para os outros.
Quando você perde o foco no presente, investindo seu tempo em memórias ou antecipando dificuldades futuras, diminui a capacidade de superar os desafios do presente.
Se colocar a dificuldade no tempo presente, no aqui e agora da sua vida, você a tranforma em um acontecimento.  E se diante deste acontecimento adotar uma atitude positiva, você a transforma em uma oportunidade.  Se tiver uma atitude negativa, você cria um problema.
Ver na dificuldade uma oportunidade é questão de atitude.  Ao encaixar a dificuldade no tempo presente, analisá-la sob vários ângulos e se inserir como peça fundamental para resolvê-la, você verá surgir a oportunidade. E se aproveitá-la terá dado mais um passo para consolidar sua autoconfiança.
Ao se tornar um bem sucedido solucionador de problemas, reafirmará sua atitude positiva.  Que reverterá para sua eficiência como ser humano e lider de si mesmo.  Ou seja, está em sua mãos, hoje, a atitude que definirá o seu sucesso ou fracasso.  Só você pode controlar sua atitude." (extraído do livro O sucesso está no equilíbrio, de Robert Wong)

É preciso muita perseverança, coragem e discernimento para, com escolhas conscientes, racionais e equilibradas, escrevermos a cada dia uma página de nossa vida.   

domingo, 10 de novembro de 2013

Vida

O que é a vida além do intervalo entre o nascimento e a morte? 

O amor

          Sentimento necessário ao crescimento moral e espiritual.
          Felicidade é praticar, com atitudes naturais e voluntárias, o bem pelo bem, sem interesses ou condições.
          Quanto mais humilde, simples e natural, mais amor é partilhado e distribuído.
          Não precisamos de recursos materiais para contribuir com a evolução espiritual, com a melhora da energia dos locais, coisas e pessoas.  Cada ato, cada pensamento elevado e positivo, é uma contribuição importantíssima para a obra de regeneração do planeta.
          Despertemos os sentimentos mais fraternos e amáveis para com nossos semelhantes mais difíceis e estaremos, além de nos melhorarmos, retribuindo ao pai o amor desinteressado e incondicional que nos dá.  Estaremos praticando naturalmente as instruções constantes no evangelho.
          Perseverança, paciência, resignação e coragem para agir, a despeito de interesses puramente pesssoais.  Conjuguemos o verbo no plural.  Vamos pensar no conjunto e estaremos caminhando na melhor direção e alcançaremos melhores resultados.
                                                                                  Amor é paz!!!!!



sexta-feira, 1 de novembro de 2013

A Lenda do Perdão


"Conta uma antiga lenda que existia uma cidade onde a palavra perdão nunca existiu.  

As pessoas eram, portanto, donas da verdade, arrogantes e sofriam de uma terrível moléstia, complexo de superioridade.
 

A convivência era bastante complicada porque todos se consideravam perfeitos e com isso não enxergavam, nem admitiam seus defeitos, erros e equívocos.  

Nessa cidade reinava a vaidade, a competição e a inimizade, por mais que elas andassem disfarçadas por detrás de sorrisos e manifestações de afeto.  

Um dia uma mulher, vinda de outra cidade, foi morar lá.  

Todos as tardes ia até a padaria e na volta sempre passava por uma praça onde um grupo de rapazes jogava bola.  

Seu trajeto seria bem menor se ela cruzasse a praça, mas para não atrapalhar o jogo deles ela fazia o seu caminho contornando a praça. Claro que nenhum deles nunca percebeu ou deu valor à sua gentileza. Naquela cidade muito poucos entendiam desse assunto.  

Certo dia essa mulher estava cheia de preocupações, com a cabeça bastante perturbada e na volta da padaria não se deu conta do caminho que tomou e atravessou a praça no exato momento em que um dos rapazes ia fazer um gol. O jogo parou, todos se olharam e o tal jovem, muito bravo, perguntou à ela:  

A senhora não está vendo o que fez? Que falta de atenção, até mesmo de consideração! Custava dar a volta na praça?  

E ela respondeu:

- Há cerca de seis meses que todos os dias eu dou a volta na praça para não atrapalhar o jogo de vocês. Hoje, no entanto, eu confesso que me distraí. Estava muito envolvida com meus pensamentos. Peço a todos vocês perdão por isso.  

Ninguém entendeu o que ela quis dizer e um dos meninos perguntou:

- Perdão? O que é perdão? Nunca ouvimos essa palavra.  

- Perdão é um ato de humildade, embora alguns julguem ser um ato de humilhação.  

Os meninos foram para suas casas muito pensativos e contaram a seus pais sobre o perdão.  

Errar, cometer injustiças, tomar atitudes precipitadas que podem prejudicar e magoar terceiros são coisas das quais todo ser humano está sujeito.  

Reconhecer seus erros e pedir perdão, no entanto, nem todos os seres humanos são capazes. Para isso é necessária uma enorme dose de humildade, um coração sensato e um espírito elevado.  

Só os grandes sabem pedir perdão!  

Dizem que aquela cidade anda muito diferente, mais alegre, as pessoas mais amigas, menos rivalidades e que todos além de terem aprendido a pedir perdão, agora também estão aprendendo a perdoar."


Precisamos aprender a viver o presente.  Observar o que acontece em cada momento; experienciar cada situação, extraindo dela as lições necessárias para que possamos, a cada dia, vencer nossas próprias limitações, nos tornando pessoas melhores.